Bolachas na tela: Fome de viver – o retorno

23 23UTC Junho 23UTC 2009

bowie_deneuve

Oi, leitora que assistiu “Fome de Viver” (The Hunger, 1983) e adorou! Tá sabendo que o Tony Scott está planejando uma continuação? Pois bem, o Omelete diz que o filme vai começar em Nova York e terminar no Brasil (provavelmente, a bandida vai fugir pra cá, porque americano bandido ama fugir para cá no final dos filmes). Durma com isso!

Tony Scott é mais conhecido como diretor de filmes como “Top Gun” (bobo!!) e “Um tira da pesada” (nem vou dizer nada!). Na verdade, ele nem é conhecido não, porque o povo só fala no irmão dele, o Ridley (“Blade Runner”, “Alien”, “Thelma & Louise”) e eu só mencionei o seu nome porque o Tony teve a ousadia de não negar se o elenco original estará na nova. Mas, gente, até eu, que sou tarada e pervertida, tenho consciência de que aquele elenco está um pouco passado da idade para viver histórias de vampiros (que não envelhecem!): Catherine Deneuve (66), David Bowie (62) e Susan Sarandon (63). Imagina…

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Susan Sarandon (63), David Bowie (62) e Catherine Deneuve (66)

Se elas me dessem bola, eu pegaria tanto DeNeve quanto Sarandão, porque eu não tenho medida, mas eu sei que as bolachinhas que estão começando agora – e mesmo algumas já passadas dos 30 – não têm essa animação. Ou seja, para cinemão comercial, na linha vamp sexy,  esse trio não cola, né?

Bom, mas nada disso importa. O que importa é que eu não sei se me alegro ou me chateio com essa conversa, porque, embora eu tenha amado esse filme e ele esteja sempre na minha top list de filmes da minha vida, eu acumulo várias decepções com continuações. E eu tenho quase certeza que essa vai ser uma continuação tosca. Aliás, num arroubo de paixão, volúpia e leseira, eu fui ler o livro, “The Hunger”,  e também achei tosco. Só gostei do fato de que no livro a vampirona (Miriam/Deneuve) é quem continua ilesa – porque eu sempre achei a morte dela no filme totalmente descabida. No livro, a Sara/Sarandon se suicida e pronto. Daí resulta minha falta de vontade de assistir um “The Hunger” que o Tony fez para a TV (com o David Bowie!!).

Seja lá como for, eu quero ver a continuação! Tenho uma queda louca pelas vampiras, desde que eu li Carmilla (Sheridan Le Fanu, 1872), e não sou capaz de dispensar nem loucuras como “Lesbians Vampires Killers” . Além do mais, acredito piamente em amores que continuam depois que tudo se acaba.

Aliás, eu tenho também, nas caixas com fotos e cartas, com presentinhos e poemas, no fundo dos armários, uns restos de amores que repousam eternamente, sem jamais morrer. E concordo plenamente com Hebert Viana, quando ele canta O AMOR DORME:

“Todo amor,
Todo amor dorme
Numa caixa, numa gaveta, numa sala escura
Que às vezes visito
Como hoje num sonho
Como Deneuve entre os pombos
A abençoar seus queridos (…)”

Xêro!


TV é o cão!

14 14UTC Junho 14UTC 2009

Oi,  leitora fofa que por aqui passa. Viajei nesse feriadão  de Corpus Christi e, sem querer, de bobeira mesmo,  assisti um capítulo dessa novela das Sete, cujo nome eu não lembro, mas tem um macaco pintor (!).  Resultado prático: nunca mais chamo ninguém de “amada” - ou pelo menos, até que essa novela caia no esquecimento!..

O lado bom é que, também  pela primeira vez, eu vi Tudo Novo de Novo e adorei o casalsinho Irenel Ravache & Arieta Correa. Adorei.

Xêero!


Lésbicas na tela: o melhor do bom humor

11 11UTC Junho 11UTC 2009

Preciso de humor na minha vida. Porque o trânsito de Belém é caótico, porque meu chefe é psicótico e porque eu acho que este nosso mundinho está lotado de folgados e neuróticos. Então, para não mandar meio mundo para a puta que os pariu, eu preciso de bom humor.
Por essa necessidade, eu prefiro sempre os blogs das bem humoradas (ou das sarcásticas), porque lesbian drama é forte demais pra quem não quer se estressar. Deixo o drama para aquelas que ainda não defenderam suas monografias, precisam se esconder do chefe e mentir pro orientador. A essas eu dou o direito de respostas atravessadas e alguma grosseria, mas pra lá, bem longe de mim, porque mau humor é uó.  Em 2003, a bem humorada Vange Leonel já tirava sarro do mau humor lésbico, coisa que eu acho bacana só quando dá pra rir mesmo. Tipo o mau humor da Xena – que tem ainda a seu favor o fato consumado de ser gostosa.
Pensando nisso, fiz um revival na minha mente (google) para lembrar dos filmes com cenas lésbicas engraçadas. Eis alguns que me fizeram dar risada e seus devidos links para donwloads (quando possível): Leia o resto deste post »


Leonora e Jennifer: vale a pena ver de novo

10 10UTC Junho 10UTC 2009

Oi, bolacha noveleira do meu coração. Passei rapidinho só pra lembrar que no capítulo de amanhã (quinta, Corpus Christi, véspera do Dia das Namoradas) deve rolar aquele encontro maravilhoso de Leo e Jeniffer em Senhora do Destino. Eu sei que “vale a pena ver de novo” é foda, mas elas são fofas. Tudo bem que as atrizes não convencem como lésbicas, mas isso é Globo, é homossexualismo com sexo na novela das duas, é bolachice, é o futuro!

Enfim, vamos ver o que a “edição da tarde” vai permitir. Aliás, no youtube rola até a cena deletada que não foi ao ar nem no horário nobre. Deixa de fazer a chique e confere logo:

Agora, quem é que acorda ao lado da mulher que ama e longe desse jeito? Nuuunca no Brasil, né amada?!

Xêro!


Até as indianas “fazem”

6 06UTC Maio 06UTC 2009

ninas_heavenlyNão sou chegada em novela, mas como o clima das Índias está impregnando, não posso deixar de registrar que achei bonitinho AS DELÍCIAS CELESTIAIS DE NINA  (Nina´s Heavenly Delights, 2006)

FICHA TÉCNICA:

Drama / Comedia – 1h:32m
Produção:
Inglaterra
Direção: Pratibha Parmar
Elenco: Shelley Conn, Laura Fraser, Art Malik, Raji James, Atta Yuyub, Kulvinder Ghir, Veena Sood

Notas: Lésbica assumida, a diretora Pratibha Parmar sabe do que está falando.  A história de Nina e Lisa se passa na Inglaterra, para onde a heroína retorna após a morte do pai. A aceitação da homossexualidade sob rigidez da sociedade indiana é muito difícil. O pano de fundo é a luta de Nina para salvar o restaurante do pai, na Inglaterra, e seu empenho num concurso de culinária indiana. A trilha sonora é divertida.

 Dá pra fazer download no PLANETA LÉS

 

Xêro!

PS: Eu sempre vejo por aí o nome do Clive Owen nesse elenco, mas não o encontrei por lá.


Adoro odiar a Jenny

5 05UTC Fevereiro 05UTC 2009

 

O terceiro episódio foi o meu favorito desta última temporada de “The L Word”. Trash! Trash! Trash! Todo piadinhas. Adoooro. E, mais ainda, adoro odiar a Jenny – o que já me lembra  “I Love to hate you”, do Erasure, outra baixaria…

 

Mas sim, se bonita não gosta de spoiler, bonita já ir pode parando a leitura bem aqui e procurar graça lá pelo Dykerama. E se bonita não entendeu o que eu disse, vou traduzir: vou contar o episódio! Ainda dá tempo de não ler bobagem sem querer…

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COLEÇÃO “ODEIO A JENNY”

 

Como o lance é saber quem matou a Jenny Roitman, não posso evitar a galeria de suspeitos. Assim como o segundo episódio começou com Nikki declarando seu ódio, este terceiro inicia com um belo “Fuck, Jenny”, da amiga Tina. Só porque a doida é suspeita de ter roubado os negativos do filme “The Girls” e o produtor quer a cabeça da Tina.

 

GALERIA DE SUSPEITAS:

suspeitas

Eu, particularmente, acho que a Nikki fica bem melhor de bitch do que daquele jeito boa moça que ela se apresentava. Ficou mais bonita até. Aliás, comecei a gostar da Jenny quando ela ficou escrota. Na primeira temporada ela era um xaropão.

 

 

SEM TESÃO

Enquanto não aumenta o rol de suspeitas, a diversão da hora é o romance de Shane e Jenny. Sim, porque já virou romance! E a dica dessa relação é a primeira palavra pronunciada por Shane na manhã seguinte à transa das duas: SHIT!

Eu até torcia por esse romance, porque, enfim, Jenny agora está mais interessante. Mas não rolou. Não tem química no casal. Olha aí a cena em que as duas estão na Cama:

 

shane_jenny

Amada, eu fiquei só de olho pra ver se o bico dos seios da Kate fica levemente entumescido, mas não rola química nem de mentirinha. A Jenny beija um seio, beija a boca,  roda o dedinho na aureola, mas não adianta nadica de nada. O pequeno botãozinho simplesmente não esboça reação (não vou mentir: acho um tesão os peitos mínimos da Shane). Geeeente, pelo menos liga o ar-condicionado no máximo pra fazer essas cenas. Quero é ver se esse bico não endurece!

 

 

FOFOCA

Agora a graça de todo o episódio foi mesmo Alice chocada com a revelação do romance … inesperado… e porque não dizer, esquisito? E, antes que alguém pensasse em qualquer coisa, a jornalista correu ao no banheiro e mandou SMS para todas as amigas. Eu entendo a apreensão de Alice. Segurar uma fofoca dessas é quase impossível. Oh, Blood hell!

Olhando a seqüencia da fofoca a gente vai vendo como as amigas reagem. Hellena caiu da esteira, Bette caiu na gargalhada, Tina caiu do salto e da Kit não caiu a ficha.

 

fofoca_sms

 

E a pior coisa é a cara que a pessoa tem que fazer quando o outro pede pra gente guardar um segredo que a gente já passou adiante…  Maravilhosa a cena.

Depois de viver esses momentos engraçadíssimos, Alice vive um drama gay, expondo-se (bobamente) na TV e, depois, salvando uma mocinha do suicídio. Engajado, mas achei dispensável.

 

ASSÉDIO

Patética, mas também engraçada a cena em que a Phillis se declara para Bette depois de demiti-la por ter se envolvido com a Jodi e com uma aluna (afff, a Nadia, no tempo que a Tina “era hetero”, lembra?). Se eu fosse a Bette, lógico, daria corda pra Phillis, filmaria e depois processaria a doida por assédio sexual! Comigo é assim, pão-pão, queijo-queijo.

No final, outra seqüência de dar risadas, quando Shane e Jenny tentam disfarçar que não estão juntas, mas todas já sabem da história e não conseguem segurar o riso, porque acham meio nojento o namoro (eu diria que meio estranho, como um incesto).

 

O episódio termina com todas caindo na gargalhada e a Kit caindo na pista de dança do HIT. Agora, se ela pensar em se agarrar com aquele travecão, eu quebro meu DVD da Jackie Brown.

 

 

 

Xêro!

 

 

PS: Por toda a diversão, muitos thanks ao Luiz, às tradutoras do grupo TLW InFoco e um beijo a todo o povo que anima a comunidade http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=36880571


“Quem matou Jenny Roitman?”

21 21UTC Dezembro 21UTC 2008

Eu sabia que The L Word terminaria em clima de Cold Case, mas ainda não estava ciente de que a coisa é oficial. Pois a Showtime liberou um vídeo em que o elenco da série e a própria autora falam sobre a grande questão desta temporada final: “Quem matou Jenny Schecter?”. A Rogue, autora de meu oráculo lésbico favorito (lesbicanarias) publicou o vídeo com as legendas em espanhol, para quem tem aquela preguiça (feito eu) de ficar adivinhando os diálogos em inglês.

No vídeo, Alice, Tina, Max e Bette aparecem com raiva da Jenny. A meu ver, nenhuma com um bom motivo para justificar um assassinato. Nem mesmo Alice, que teve uma idéia roubada pela criatura odiável. Depois de assistir a esse vídeo e, lóooogico, de me deliciar com o primeiro capítulo que vazou na net (palmas para Rogue, de novo!), continuo achando que a culpada é Kit Porter, pelos motivos que já expliquei em post anterior.

O fato é que eu continuo não gostando de histórias policiais, mas preciso entrar no clima, porque estou louca para ver o casal Jenny e Shane em ação. Desde a segunda temporada eu achei que ia dar um sambinha entre essas duas e só agora, com a morte confirmada, que a Ilene libera.

Odiei a Jenny meio abestada na primeira temporada, perdendo pra Marina. Achei ela insana na segunda, cortando os pulsos. Respeitei na terceira quando ela namorou, apoio e chifrou o Max. Dei o maior valor quando ela apareceu amadurecida profissionalmente na quarta temporada. Virei fã na quinta, quando ela escrotizou de vez e deu uma de estrela. E agora que eu fui do ódio ao amor, a autora resolve matar a personagem?

Aaaah, mas assim eu enfarto.

 

Xêro!


O fim de South of Nowhere

21 21UTC Dezembro 21UTC 2008

spashleygoodbyeSouth of Nowhere acabou e eu não postei os dois últimos reviews. O penúltimo eu fiz, mas simplesmente não postei. O último eu nem cheguei a fazer. Fiquei decepcionada com a previsibilidade da série. Tudo bem que todo mundo esperava que o casal Spashley prevalecesse, mas não precisava ser de uma forma tão bobinha.

Para quem não viu, eu explico: a mais centrada do casal (Spencer) cede aos caprichos da pobre menina rica (Ashley) e as duas contratam o caminhão de mudança. Ou seja, depois de não sei quanto tempo falando em querer fazer universidade fora desse lugarzinho ao sul de lugarnenhum e depois de conseguir ser aprovada na faculdade desejada, Spencer resolve ficar na cidade para não perder a namorada.

Aaaaah, sinceramente, como diz Holiday, eu não sou obrigada!

Se eu ficar de bom humor eu comento mais, depois.


South of Nowhere – só falta mais um

10 10UTC Dezembro 10UTC 2008

 

spashleyÉ babado, meu povo! Só falta mais um episódio para terminar a série. Quem ainda não viu nada, corre, porque dia 12 cai na rede o último capítulo.

Agora o casal Spashley resolveu entrar em climinha de briga, faltando 2 minutos para o final do segundo tempo.

Quer saber? Tomara que as duas acabem o namoro, porque a cantora mimada é chaaaaaaata. E mais: acho que deveriam fazer logo uma nova série, chamada “Spencer, a pegadora”. Sim, porque eu não me esqueci que, além da Carmem, a mocinha já cravou um beijo na Jonica (que nome é esse??) só nesse curtíssimo tempo em que descobriu seu lado bolacha. 

E tomara que o Aiden pule de vez do alto de um prédio e descubra que ele não é a Clair Bennet. Tenho óooodio! Só porque ele pegou quase todo o elenco feminino. Só faltou a mãe da Spencer e a Chelsea.

 Se você ainda não tem os links patrocinados pela comunidade SOUTH OF NOWHERE |DOWNLOAD|, dá uma olhada nesse post: South of Nowhere para downloads  

 

 

Depois mando beijos.


Capadocia – um lugar sem orçamento

9 09UTC Dezembro 09UTC 2008

lorena_O portal OEM disse que a crise mundial está atrasando as filmagens da segunda temporada da série “CAPADOCIA – Um lugar sem perdão”, produzida pela HBO, no México.  Quem ainda não conhece, a série fala de um presídio feminino (adooooro!), onde a protagonista é uma mulher bonita e bem nascida, que vai presa por ter matado acidentalmente a filha de um juiz (!!). A partir daí, lesbianismo, drogas, pederastia, insanidade, corrupção e muita violência farão parte do cotidiano das detentas de Capadocia. Tudo isso filmado em 8mm, o que dá a impressão de trabalho feito para o cinema.

A série teve início na TV em março de 2008 e passou no Brasil pelo canal HBO (lógico!). Infelizmente, seu 13 capítulos parecem não ter feito muito sucesso. Pra ser bem sincera, já me sinto a única bolacha desse lado do mundo a gostar de Capadocia e aguardar ansiosamente pela segunda temporada. Mas se você simpatizou com “OZ” e teve certa curiosidade por “Prision Break” (os meninos adoram!), talvez goste de Capadocia.

 

Pra quem quiser quiser sentir o gostinho de Capadócia, é só dar um clique no vídeo abaixo e assistir a cena (deliciosa) em que nossa detenta favorita pára de resistir às investidas de uma mocinha mais experiente e aprende como é que se faz um trabalho manual atrás das grades:

 

 

Enquanto a segunda temporada não começa, estou louca atrás das legendas de BAD GIRLS, uma série inglesa com o mesmíssimo tema.

 

Xêro!