
Oi, leitora que assistiu “Fome de Viver” (The Hunger, 1983) e adorou! Tá sabendo que o Tony Scott está planejando uma continuação? Pois bem, o Omelete diz que o filme vai começar em Nova York e terminar no Brasil (provavelmente, a bandida vai fugir pra cá, porque americano bandido ama fugir para cá no final dos filmes). Durma com isso!
Tony Scott é mais conhecido como diretor de filmes como “Top Gun” (bobo!!) e “Um tira da pesada” (nem vou dizer nada!). Na verdade, ele nem é conhecido não, porque o povo só fala no irmão dele, o Ridley (“Blade Runner”, “Alien”, “Thelma & Louise”) e eu só mencionei o seu nome porque o Tony teve a ousadia de não negar se o elenco original estará na nova. Mas, gente, até eu, que sou tarada e pervertida, tenho consciência de que aquele elenco está um pouco passado da idade para viver histórias de vampiros (que não envelhecem!): Catherine Deneuve (66), David Bowie (62) e Susan Sarandon (63). Imagina…

Susan Sarandon (63), David Bowie (62) e Catherine Deneuve (66)
Se elas me dessem bola, eu pegaria tanto DeNeve quanto Sarandão, porque eu não tenho medida, mas eu sei que as bolachinhas que estão começando agora – e mesmo algumas já passadas dos 30 – não têm essa animação. Ou seja, para cinemão comercial, na linha vamp sexy, esse trio não cola, né?
Bom, mas nada disso importa. O que importa é que eu não sei se me alegro ou me chateio com essa conversa, porque, embora eu tenha amado esse filme e ele esteja sempre na minha top list de filmes da minha vida, eu acumulo várias decepções com continuações. E eu tenho quase certeza que essa vai ser uma continuação tosca. Aliás, num arroubo de paixão, volúpia e leseira, eu fui ler o livro, “The Hunger”, e também achei tosco. Só gostei do fato de que no livro a vampirona (Miriam/Deneuve) é quem continua ilesa – porque eu sempre achei a morte dela no filme totalmente descabida. No livro, a Sara/Sarandon se suicida e pronto. Daí resulta minha falta de vontade de assistir um “The Hunger” que o Tony fez para a TV (com o David Bowie!!).
Seja lá como for, eu quero ver a continuação! Tenho uma queda louca pelas vampiras, desde que eu li Carmilla (Sheridan Le Fanu, 1872), e não sou capaz de dispensar nem loucuras como “Lesbians Vampires Killers” . Além do mais, acredito piamente em amores que continuam depois que tudo se acaba.
Aliás, eu tenho também, nas caixas com fotos e cartas, com presentinhos e poemas, no fundo dos armários, uns restos de amores que repousam eternamente, sem jamais morrer. E concordo plenamente com Hebert Viana, quando ele canta O AMOR DORME:
“Todo amor,
Todo amor dorme
Numa caixa, numa gaveta, numa sala escura
Que às vezes visito
Como hoje num sonho
Como Deneuve entre os pombos
A abençoar seus queridos (…)”
Xêro!
Escrito por Mallika de Lakme
Escrito por Mallika de Lakme
Escrito por Mallika de Lakme
Não sou chegada em novela, mas como o clima das Índias está impregnando, não posso deixar de registrar que achei bonitinho 


South of Nowhere acabou e eu não postei os dois últimos reviews. O penúltimo eu fiz, mas simplesmente não postei. O último eu nem cheguei a fazer. Fiquei decepcionada com a previsibilidade da série. Tudo bem que todo mundo esperava que o casal Spashley prevalecesse, mas não precisava ser de uma forma tão bobinha.
É babado, meu povo! Só falta mais um episódio para terminar a série. Quem ainda não viu nada, corre, porque dia 12 cai na rede o último capítulo.
O portal 










